Diálogos

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Mazinha diz: o meu kit de sabonetes no baleiro não tem
Mazinha diz: a mulher da onofre acabou de ligar
Julianá diz: que saco
Julianá diz: odeio quando a mulher da onofre liga
Julianá diz: sempre com notícia ruim!
Mazinha diz: ahahahahahahaha
Mazinha diz: mas tudo bem, pq eu tenho o kit cepacol com escova dental
Julianá diz: meoooo, pára de gastar à toa!!
Mazinha diz: mas eu precisva de cepacol
Mazinha diz: (conversa de doido)

Como enlouquecer uma garota:

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Uma lição em 5 passos:

1-) Insista para sair com ela;
2-) Leve-a para jantar, seja fofo, querido, interessante, peça vinho e pague a conta;
3-) Ligue no dia seguinte e faça planos;
4-) Suma por dois dias;
5-) Apareça e fale: Sabe o que é? É que minha vida não é tão descomplicada quanto eu imaginava, liguei pra minha ex…

Fácil, né?

Se a Mariana fosse…

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Na dinâmica do almoço de confraternização da “firma”, pq quando se trabalha com educação sempre tem que ter uma dinâmica:

Comida - Caviar, porque é chique, fina, cara…

Animal - Gato siamês, porque é chique também, discreta, elegante.

Objeto - Bolsa de menina, porque sempre tem algo útil/importante pra te dizer na hora certa.

Tá meu bem?!

A primeira Rouanet a gente nunca esquece

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Rouanet.jpg

Quando eu entrei no Vaga Lume não imaginei que seria a responsável pela aprovação dos projetos de incentivo fiscal junto ao Ministério da Cultura, na realidade a 8 meses atrás não tinha idéia de como eram os tramites da Lei Roaunet, não sabia nada de nada.

Até que em agosto fui designada para escrever e aprovar os novos projetos, sem eles, “no dinheiros” para o ano que vem, falência total do “pirilampo”.

Eu não sabia nada, então tive que aprender tudo. Sozinha. Auto-ditada total, e pra melhorar a situação, o Minc resolveu mudar os processos e ser xiita nas avaliações, com direito a investigação na Polícia Federal e tudo.

Cinco meses de loucura, idas a Brasília, e-mails e telefonemas cara de pau para os grandões do Ministério, muitos pesadelos e noites sem dormir. Até que ontem, finalmente, o primeiro projeto foi aprovado. Nem acreditei. Já estava tão cansada que nem tive forças pra comemorar direito, mas foi uma sensação incrível de missão cumprida.

E no processo descobri que levo jeito pra coisa, e que gosto dessa tal de “Rouanet”. :-)
Na foto os Vaga Lumes comemorando a aprovação, com direito a bolo mousse de chocolate e pratinhos descartáveis coloridos e bregas.

E Deus criou:

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As lojas virtuais, pra gente fazer as compras de Natal sem sair de casa;

A torta de morango da Delícia de Perdizes, para adoçar as noites amargas;

A escova progressiva, para melhorar nossa auto-estima;

As comédias românticas, para acreditarmos que ainda exitem possibilidades.
:-)

Atitudes.

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Atitude normal: A pessoa liga no celular, toca, toca até cair na caixa postal, a pessoa deixa um recado e espera.

Atitude anormal: A pessoa liga no celular, toca, toca até cair na caixa postal, a pessoa liga de novo, e de novo, e de novo, deixa recado, manda sms, manda um e-mail, e liga de novo, de novo e de novo. Ao todo 15 vezes, durante uma tarde.

Desliguei o celular e estou com medo, lógico.

É isso.

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Tirado do 02 neurônio:

Flores, flores, flores!

Uma amiga me ligou chateada. Tinha saído na balada e acabou numa rodinha de conversa com dois amigos. E o assunto: como as mulheres estão, minha nossa. Cheia de nove horas, as de trinta, então, são umas desesperadas. Não sabem ser cachorras (sic) direito, são reprimidas sexuais. O pior é que a minha amiga, quando me ligou, estava mesmo achando que havia algo de errado com as mulheres. E com ela, principalmente. Ela, que é incrível. Acho que, por um minuto, ela realmente achava que precisava de conserto.

Vou pedir o carro do vendedor de pamonhas emprestado e sair por aí gritando no megafone: “As mulheres já fizeram sua revolução faz tempo!!! Pamonha! Compro televisão velha, sofá velho! E continuam fazendo!!!!! Hello!!!!!”

E se tem alguém bocó nessa história (me desculpem os bacanas, isso não é uma generalização), é o homem. Isso mesmo, esses homens de trinta e quarenta anos que continua agindo como moleques pegadores da praia.
Que ficam perdidos neste mundinho narciso (nós também ficamos perdidas) e dão para falar absurdos.

A mulher é uma revolucionária. E é também uma flor. E seremos sempre flores. Mesmo as presidentes. E queremos ser tratadas como flores. Gostamos de afeto, de relacionamentos, de encontrar aquele mesmo pé debaixo do nosso cobertor. Apreciamos o cafuné (o que é melhor, fazer ou receber?) Gostamos de passar a tarde tomando café na cama com um homem. Queremos ter filhos e, às vezes, não. E quando estamos chateadas nos sentimos seguras quando um macho-macho-man nos abraça. Queremos amores, amores que durem, mesmo que não para sempre. E não vamos ter vergonha disso! E não estou falando de modelo burguês e fidalguia. E sim afeto. Algo que não se resolve comprando tênis ou produto Lancôme. Também não se resolve com uma foda ou um apartamento bem decorado.

Se vocês são não estão nem aí com isso, fiquem tranqüilos. O aquecimento global está chegando. E “a mamãe ama vocês”.

By: Jô Hallack

Free Lance

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No episódio de hoje nossa super heroína resolve que precisa ganhar “dinheiros” extras, para realizar o sonho da casa própria.

Então, ela começa a fazer bicos de tradutora, uma coisa - “estude inglês e ganhe com isso”. No primeiro job ela pega um filme cujo protagonista é japonês e todos os coajuvantes são de nacionalidade duvidosa, ou seja, inglês perfeito. Mas tudo bem, tudo para ganhar dinheiro.

No segundo job o filme é uma produção de 1996, e o tema é DINOSSAURO MODIFICADO GENETICAMENTE.
Em certo momento da madrugada ela se vê traduzindo a seguinte frase: “Mas estes soldados não foram treinados para lutar cara a cara com dinossauros”.

Depois dessa continuar pagando aluguel não parece uma idéia tão ruim. E a pergunta que não cala: Quem assiste esse tipo de filme?

Coisas que você só aprende quando mora sozinho.

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As bananas nanicas não são as menores, mas são as mais baratas e é isso que importa.

Roupas brancas e coloridas mantém entre si diferenças irreconciliáveis e não devem, portanto, freqüentar a máquina de lavar ao mesmo tempo.

Sabão para em pó não é aconselhável para lavar louça.

Existe vida sem papel higiênico de folha dupla.

Louça suja de três dias fede. Louça suja de cinco dias inviabiliza a presença de pessoas na cozinha. Louça suja de uma semana adquire vida e passa a ser capaz de verbalizar pedidos.

Calcinhas e cuecas penduradas no chuveiro não vão sozinhas para o varal.

Panos de prato, ao contrário, são capazes de caminhar durante a noite e amanhecem sempre muito mais sujos do que estavam quando você foi dormir.

Limpar o banheiro não é só dar descarga duas vezes.

Existem mais de quarenta tipos diferentes de produtos de limpeza, mas você descobre que só precisa de três ou quatro para sobreviver.

A NASA pretende descobrir vida inteligente na chapa do seu fogão em 2015.

Pão de fôrma com o prazo de validade vencido não mata, a menos que esteja ficando verde.

Aliás, prazo de validade é só uma maneira de avisar que, daquela data em diante, é melhor olhar antes de comer.

A expressão “produto genérico” adquire significados muito mais amplos

Chinelos são itens de uso público.

A frase “desamassa no corpo” torna-se item corrente no seu vocabulário.

Morar sozinho cataliza sua tolerância à sujeira.

Quem disse que não se pode “viver” de miojo e salsicha por mais de uma semana?

Melões e pêssegos se tornarão frutas exóticas.

Tapetes são feitos de fibras especiais que não precisam ser lavadas nunca. Mas quem disse que você terá um tapete?

O bicho debaixo da geladeira é muito mais assustador que o bicho debaixo da cama.

Você eventualmente terá que jogar tupperwares fechados com seu conteúdo.

Não será uma república se metade do orçamente da casa não advir da venda de latas de cerveja.

Roupa amassada ocupa muito mais espaço nas gavetas.

Panela no fogo + cerveja + amigos = comida queimada.

Outro Olhar

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Passei a última quinzena do mês morando no centro da cidade e depois desta experiência mudei completamente a minha opinião a respeito de São Paulo.

Acho que poucas pessoas conhecem realmente este lugar, as belezas que ele esconde, e as várias cidades que podemos encontrar aqui.

O centro está lindo, mais limpo, com mais policiamento, e com um ritmo diferente do resto da cidade. Quando trabalhei lá, a uns 8 anos atrás, era bem diferente.

A verdade, é que me senti viajando, descobri que é possível andar a pé a noite em pleno viaduto Santa Efigênia e não morrer de medo. Tomar um vinho no Girondino, comer o pão de mel do mosteiro e tomar café no Pateo do Colégio. As igrejas do centro também são lindas, e não deixam a desejar nem por um minuto as que conheci fora do Brasil.

Voltei pra Perdizes, com saudade do centro, e muito mais apaixonada pela cidade.

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